terça-feira, 13 de outubro de 2009

Quando termina a infância?





Ontem, dia das crianças! Falo pra vocês que eu ganhei presente! rs Minha mãe nunca esquece e sempre me presenteia com alguma coisa... Ontem, no caso, ganhei um DVD com os curtas da Pixar! Delicioso de assistir. Mas o que eu quero lembrar aqui, é que não importa a sua idade e sim como você enxerga as coisas... Quando crescemos, o tipo de diversão muda! Alguns ficam mais sisudos, outros continuam como crianças (crianças meeeesmo!) e alguns encontram um meio termo entre o adulto e o infantil - chamo isso de curtir como adulto e ao mesmo tempo ter uma nostalgia dos tempos de criança e o mais importante: não ter vergonha de assumir. Para isso que servem os jogos de tabuleiro! rs

A minha infância teve um pouco de videogames, claro, eles estavam começando a surgir! Mas o que marcou mesmo foram as brincadeiras de rua e os jogos de tabuleiro. As brincadeiras de rua passaram... Os jogos de tabuleiro continuam firme e fortes, presentes no meu dia a dia.

Não importa, pode ser Master, Imagem & Ação, Desafino, Nonsense, Perfil, Jogo da Enciclopédia, Scotland Yard, War, até o Twister entra na dança. Me chama pra jogar, to dentro! Eu sou uma pessoa de sorte. Posso me considerar assim porque tenho amigos que curtem a mesma coisa que eu. Impossível tentar jogar algum jogo desses sozinha! A gente ri, briga, torce e no final estamos sempre satisfeitos! A sensação de coletividade é inebriante!

A infância atualmente é diferente. As crianças estão cercadas de jogos eletrônicos (o que não é necessariamente uma coisa ruim), mas a interatividade acontece através de uma tela de computador. Não existe aquele olho no olho, onde você vê se a pessoa está blefando ou se ela realmente sabe o que está fazendo. Ver um amigo fazendo uma mímica e tentar acertar sobre o que se trata, é o ápice da diversão. Olhar aquele não tão bom assim, mas se esforçando pelo time pode ser a coisa mais engraçada desse mundo. A interação, a integração fazem um bem imenso. Tentar descobrir um assassino, seja no detetive ou no Scotland Yard, juntar as pistas e as peças e conseguir concluir um caso, fazem você se sentir um Sherlock Holmes. Conseguir responder sobre atualidades, esportes, artes, cotidiano, entretenimento, ciências e por aí vai, no Master fazem você se sentir a pessoa mais inteligente do mundo. E adivinhar no Perfil sobre o que está sendo perguntado com uma dica só? Aí não tem nem explicação pra isso! Seja cantarolando no Desafino ou "mimicando" no Imagem & Ação, a diversão é garantida. Até o Twister também... Imaginem quatro pessoas grandes em cima de um tapetinho feito para crianças?
Pra terminar, só citarei mais um... Dá até pena, porque existem tantos jogos legais que seria impossível citar todos. Jogo da Enciclopédia! Esse, na minha opinião, é um dos jogos Tops! É o máximo da imaginação que se pode conseguir. O jogo é basicamente dar uma definição pra alguma coisa que consta numa enciclopédia e fazer com que seus amigos votem na sua resposta. As respostas são sempre as mais absurdas, as mais divertidas e se não for uma coisa impossível, sempre terão algum voto, pelo menos de alguém.

Então, se quer uma diversão garantida, aposte nos jogos de tabuleiro. Junte uns amigos e aproveite. Qualquer um serve, tem pra todos os gostos e estilos. Brinque de adulto com a nostalgia de criança!

Beijo Grande!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Chove chuva, chuva chove

E como chove no Rio. Se me permitem uma piadinha: o Rio está quase um rio (há há há... ninguém riu?).

Ah. Sempre quis falar sobre isso. Mas o que é a guerra de guarda-chuvas no centro de uma cidade como o Rio de Janeiro?
Talvez fosse necessário um curso: “como abrir seu guarda-chuva com segurança”.

Alguns itens que deveriam constar no curso:

1 – Abra seu guarda-chuva e não molhe ninguém
2 – Evitem furar os olhos das pessoas com seu guarda-chuva
3 – Tenham noção da sua altura e não molhe o coleguinha (isso para filas é importantíssimo)
4 – Saiba como evitar que seu guarda-chuva faça córregos em elevadores (basta sacudir)
5 – Os melhores locais para sacudir um guarda-chuva (sem comentários, né?!)

Não sei se sou revoltadinha demais, ou se as pessoas não ligam mesmo umas pras outras. Ora, se vivemos em sociedade, deveríamos saber conviver com outros seres humanos e respeitá-los, certo? Mas quem disse que na fila das Barcas (argh! Como já sofri com isso) alguém liga pra alguém? Já levei guarda-chuvada, molhada, respingada e o que mais pode acontecer.

E para piorar, é claro, nos dias de chuva a fila das Barcas fica gigantesca. Agora imagina, (sei lá, umas 2.000?), pessoas em fila e com guarda-chuvas. Não é agradável. Posso dizer com propriedade. É por isso que em dias assim, de chuva torrencial, procuro sair um pouco mais tarde do trabalho e evitar os horários de pico (e que ninguém copie a minha idéia).

Mas voltando para a guerra, sair para almoçar é um saco. Além de ser um tal de empurra-empurra de guarda-chuva, a gente ainda tem que ficar saltando pocinhas. E fora quando aqueles motoristas “apressadinhos” resolvem passar acelerando nas poças e molhando a calçada inteira. Ontem mesmo, andando aqui pela R. do Rosário no Centro da cidade, uma rua em que não é comum a passagem de carros por ser estreita e movimentada, e muito menos comum o uso de alta velocidade, passou um carro acelerando em todas as poças. Claro que eu dei um pulo gigante e fui parar dentro da loja para não me molhar, mas tenho direito de protestar!

Ah sim. As poças. Novamente, eu que estou revoltadinha demais ou a cidade não escoa a água? A praça XV é quase um laguinho de uns três centímetros. Parece pouco né?! Mas mede aí no teu sapato o que são três míseros centímetros. São: um par de pés molhados e enrugados, e barra de calça inundada encostando-se às suas canelas.

Deixo aqui alguns recados: faça utilização segura do guarda-chuva, seja legal e preste atenção na hora de abrir seu instrumento antipingos, se você tem carro, passe com carinho nas poças e seja bacana com os coleguinhas das calçadas, e se você enfrenta filas em dias assim, pô, o cara que está atrás de você também quer ficar seco!

É isso... E espero conseguir chegar em casa hoje, sem precisar ir nadando.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rio 2016 – O que esperar?

Há quem diga que será maravilhoso para a cidade. Há quem esculhambe a candidatura do Rio para sediar as Olimpíadas. Há quem não tenha opinião formada.

O fato é que: Rio de Janeiro será palco dos Jogos Olímpicos de 2016.

Festa em Copacabana. Ponto facultativo na cidade. Mas será que aquelas 30 mil pessoinhas estão pensando no “E agora José?”. Pois é. Eu confesso que não tenho lá muito uma opinião formada. Por um lado fico felicíssima, afinal de contas é nosso país (Uhul, dá-lhe Brasilzão), e é nossa cidade (ou quase, pelo menos é o cartão postal do estado). É legal receber este tipo de evento no seu país, vai?! Sejamos honestos.

Por outro lado morro de medo. Medo de quê? Medo de roubalheira, de nada ficar pronto, de tudo ser feito nas coxas, de não termos infraestrutura, de pagarmos um micaço, de serem gastos tubos de (nosso) dinheiro para depois afundar na lama (alguém lembra aí da Vila do Pan?).

O Rio enfrentará para 2016 alguns (muitos) desafios. Pra início de conversa, este evento equivale a sete Pans e meio (!) em termos orçamentários.

É importante que se cumpra o que se promete. Construir o que diz que será construído e realizar o que prometem que será realizado. E mais importante é não desperdiçar. Tudo o que for construído deve ser muito bem aproveitado posteriormente. Nada de abacaxis ou elefantes brancos.

Minha opinião (neste momento) é que agora não tem mais jeito. É correr atrás pra não ficar no prejuízo e tentar aproveitar ao máximo as muitas oportunidades que podem surgir. Empregos pra galera! E vamos lá. Agora é só ver pra crer. Ficar de olho, marcação cerrada. E torcer muito para que a gente (digo cariocas e brasileiros como um todo) ria por último para rir melhor.

Próximo post!

Gibis e outras histórias


Mais uma vez falando de mim... rs
Sou louca por histórias em quadrinho! Aprendi a ler com a Turma da Mônica... Meu gosto pela leitura começou aí. Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali fizeram parte da minha infância e ainda permanecem na minha vida adulta. Todo mês compro os gibis e devoro-os de uma vez só! Adoro ver como os diálogos evoluiram, como as histórias se modificaram e passaram por toda uma adaptação a uma nova era. O meu desgosto era não saber desenhar. Esse talento nunca possuí e continuo sendo uma negação total no que diz respeito a traços que formam uma figura.

Mas a internet é intrigante, não? Fuxicando em alguns lugares, descobri que o Maurício de Sousa disponibilizou um site chamado Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica.

Não preciso dizer que amei de paixão, né? Um lugar onde vc pode montar uma história, usando a sua imaginação pra um roteiro, mas não precisa desenhar! Parece um sonho pra todos que são inúteis nessa arte do desenho! Brinquei demais lá e fiz um pra ilustrar esse post! Uma graça não? A minha sugestão é a seguinte: Voltem a ser crianças! Usem o site pra realizar o desejo (assim como o meu) de ser uma roteirista de gibis! A minha manhã ficou com gosto de nostalgia, de sonho de criança realizado! O site é fácil de mexer (até eu consegui... E acreditem , isso não é normal pra mim! rs) Espero que gostem!

Beijo grande

London Eye

E para o post de (segunda) estréia...

Sempre quis dizer isso: Mas o que é o Globo.com?

Às vezes entro ali só para me divertir um pouco. Tá certo que as pessoas fazem qualquer coisa por um salário. Mas alguém pode me explicar o que eu tenho a ver com a vida da Sandy, por exemplo (notinha de ontem lá)? Alguém me explica por que raios eu a-do-ra-ria saber que a Sandy “postou em seu Twitter uma foto que tirou ao lado do marido em frente à London Eye”?
Que ela foi à Londres buscar referências para seu novo CD ainda vá lá. Os fãs gostam de saber essas coisas (?). Mas, provavelmente quem escreveu esta nota estava tão, mas tão sem assunto (que pauta, coitado), que resolver colocar qualquer coisa (sorry querido que escreveu, mas é verdade).

De certa forma acho isso tudo divertidíssimo. Sites de fofocas são os mais engraçados. Tem cada coisa que a gente não acredita. E melhor é o que o Kibe Loco faz: “Notícias que vão mudar o mundo” (o mundo de quem, ó pá?!).

Então para tornar este post um pouco mais útil, vou explicar para quem não sabe o que é a London Eye (ou Millennium Wheel):

Roda gigante de observação situada em Londres (capital Inglesa). O projeto foi criado para a chegada ano 2000 e o giro da roda tinha por objetivo representar a virada do século (fofo isso não?!). É um ponto turístico disputadíssimo. Não é simplesmente uma roda-gigante para você brincar de rodar e rodar. Foi construída para possibilitar uma vista de toda a Londres (a melhor vista da cidade). Fica na margem sul do Rio Tâmisa. Tem 135 metros de altura (em termos de comparação, é maior que o campo do Maracanã, com 110 metros, e na vertical!).

E chega né?! Pelo menos quem ler isso pode se sentir um pouco mais inteligente. E quem quiser saber mais, é só “googar” (ah sim, já aviso logo, sou fã incondicional do Google, tá?!).

Só mais uma última coisa: Depois de ler isso tudo sobre a London Eye, morri de inveja da Sandy, pode?!

OBS: este post era pra ter saído ontem, mas vale, né?!

OBS2: Ainda não entrei hoje no Globo.com para ver se tem alguma "Notícia de Mudar o Mundo".

Próximo post, please!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Eu preciso me apresentar também, né?!

Seguinte:

Exclusivamente neste post serei breve (ou pelo menos tentarei). Normalmente sou muito prolixa (acho que penso demais).

Adoro o Google (isso é muito relevante).
Escrevo tudo detalhado e meus textos ficam enormes.
Falo um monte de bobagem (e adoro).
Eu não sou engraçada, mas sou muito feliz.
Adoro escrever (sempre quis ter um blog).
Minha cabeça trabalha o tempo todo (de novo, acho que penso demais).
Tenho idéias mirabolantes.
E minha marca registrada é: Falo muito mesmo (apesar de estar convicta que melhorei de uns tempos pra cá, isso tudo vem da minha teoria de que penso demais, mas deixa isso pra um outro dia).

Beijos e 'vambora'!
Próximo!

Começando...

Escrever faz parte de mim. Sempre amei um diário e milhões de canetinhas coloridas. As letras tomando forma e vida no papel sempre me deixam com um imenso bom humor e orgulho! Passar disso pra um blog virtual é um tanto curioso, ainda mais colocando a minha cara aqui e partilhando pensamentos com qualquer pessoa que esteja disposta a ler.
Confesso que já tive um blog, onde usava um nome fictício. Expunha lá algumas angústias e muitos pensamentos. Mas depois de um tempo, não ser "eu" me incomodava. Não mostrar o meu nome parecia mais uma fraqueza do que um desabafo. Então, Lyana Ferraz, amiga minha, falou que tinha vontade de ter um blog. Embarquei junto com ela. E aqui estou eu... Criando algo que sempre tive vontade, com a ajuda de uma grande amiga! Pra falar sobre o tudo e sobre o nada... Divagações, momentos, atualidades, pessoas e qualquer outra coisa que passe pela minha (nossa) cabeça! rs
"Palavraseando" é simplesmente Compor com Palavras! E é isso que espero fazer aqui.
Nesse primeiro post de abertura, somente sobre vontade, nada profundo, tudo muito simples...
Uma ideia começa a despontar!

Beijo grande!